quarta-feira, 16 de setembro de 2009
sou majestade no império dos sentidos
Ando me questionando sobre o jeito com que tenho tratado as pessoas. Bom seria se estivesse tratanto os outros rudemente ou falando grosserias demais. Estou sendo tão simpática, que as pessoas pensam que me conhecem logo nos primeiros 15 minutos de conversa e se sentem pressionadas (como qualquer outro ser humano que se sente engrandecido por alguém simpático demais) a darem palpites na minha vida. Não tenho amigos, tenho irmãos e o teste de aceitação para fazer parte dessa minha lista de irmãos...é um tanto quanto severo. Não estou dizendo que todo mundo quer ser meu amigo e eu estou rejeitando essas pessoas. O problema é que eu não gosto de gente demais se metendo na minha vida. Quer saber? não gosto de gente volúvel, não gosto de gente que dá importancia demais para os seus problemas, não levo a sério gente que fica irreconhecível depois de mudar de colégio. Eu mudo, mudo bastante, mudo toda hora, mas quem me conhece sabe que a essencia sempre foi a mesma e vai continuar assim até que eu morra. Eu não preciso parecer melhor do que ninguém, até porque o que eu busco não está nos outros, está em mim. O que eu quero, é ser melhor do que eu fui ontem. Acredito que felicidade é um estado de espírito eterno, no qual você entra e continua até morrer. Não algo que possa ser perdido, assim como o amor. O amor, é meu, meu amor, que eu sinto, e que vai continuar comigo, independente de ser correspondido ou não. Esse post ficou meio confuso, mas é porque eu estou em uma fase bem confusa da minha vida, que precisa mais de ações do que palavras. E eu aqui, perdendo tempo com esse blog (...)
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