(...) me sentir parte da cidade como um todo, vontade de acender um cigarro na madrugada fria e me sentir uma maquina, exalando fumaça, movendo sem objetivo.
sublime autora anonima, possivelmente suja, talvez faminta, quase certamente desocupada, cuja diversão é vagar pelas ruas da cidade nas horas vazias da noite (...)
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