Não sei quando humildade virou ser zoado e fazer tudo o que os outros querem a hora que eles querem, mas eu gosto de levar o significado das palavras a sério. Não sei também desde quando eu preciso ser simpática com qualquer troxa que vem querer puxar assuntos vazios comigo todas as vezes que eu fico online. Se você me irritar mando a merda mesmo, e se continuar me irritando eu vou no seu profile e te ignoro. Virou putaria essa merda e eu não estou afim de ficar me estressando com qualquer um.
Sou muito meiga e simpática, mas não com todo mundo, não toda hora, não em qualquer situação. ABOMINO pré-julgamentos, até porque normalmente as pessoas estão equivocadas a meu respeito.
Não me importo com seu cabelo de chitãozinho cheio de "dreads" colados com queratina, com sua calça tamanho pp apertadérrima, sua foto fazendo "a rua é nóis", sua anorexia/bulimia, as fotos do seu peito ou do seu cabelo com californiana, muito menos com seu tênis da vans importado da puta que pariu...
Evito "colar de rolê" em lugares hiper lotados com pessoas iguais, onde não consigo nem sentar e conversar em paz, e se vou à lugares assim é para me encontrar exclusivamente com amigos, não pra ficar desfilando de um lado para o outro comprimentando zilhões de pessoas que nem sei o nome verdadeiro.
Tatuagem é estética pessoal e permanente, não mais um 'apetrexo hype' pra combinar com sua camiseta da drop dead.
Pessoas só são consideradas pessoas, na minha concepção, quando se consegue manter uma conversa construtiva e interessante.
Gasto meu tempo lendo coisas úteis, nada que inclua qualquer outra denominação para pôr-do-sol (lê-se twilight)... não cuidando da vida alheia.
Prezo respeito, porém só respeito quem demonstra o mesmo por mim.
não sou seu amor, não sou sua linda, não sou sua best, não sou sua, e você continua não me conhecendo,
então poupem seus dedos.
(adaptado de alê schnabel)
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